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Homem morre após cair de prédio em Pouso Redondo

O Corpo de Bombeiros Militar foi acionado no início da tarde desta sexta-feira (14) para atendimento a uma queda de altura no Bairro Progresso, nas proximidades do sindicato do município de Pouso Redondo.

Chegando ao local foi confirmado o óbito da vítima, identificado como Josmar Alves de Jesus que, segundo informações, caiu do terceiro andar da edificação.

O IML foi acionado para retirada do corpo. As causas da morte serão investigadas.

As polícias militar e civil também estiveram no local.

Fonte: Rádio Educadora

Menino de 10 anos fica ferido ao ser atingido por árvore em Jaraguá do Sul

Um menino de 10 anos ficou gravemente ferido após ser atingido por uma árvore no final da tarde de quinta-feira (13), na Barra do Rio Molha, em Jaraguá do Sul. Ele foi levado ao Hospital e Maternidade de Jaraguá com vários ferimentos pelo corpo. 

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros Voluntários, a criança brincava no pátio de uma propriedade particular quando correu em direção a uma árvore de grande porte que estava sendo cortada no local. A estrutura teria caído sobre a vítima. 

Quando os socorristas chegaram ao endereço, por volta das 17h, a criança estava com os lábios roxos, um corte profundo na coxa direita, bastante sangramento e suspeita de fratura em várias regiões das pernas. 

Os bombeiros, que prestaram os primeiros socorros ao menino, fizeram o transporte do garoto até a ambulância do Samu, que o encaminhou para o hospital. Nesta manhã de sexta-feira (14), a reportagem entrou em contato com a unidade de saúde, mas o estado de saúde da criança não foi divulgado. 

Fonte: NSC

Caso chocante de tortura em Blumenau vem à tona após mãe buscar ajuda para filha na polícia

A ação persistente de uma mãe e da polícia pode ter ajudado a salvar a vida de uma mulher de 30 anos, em Blumenau. A senhora procurou ajuda na delegacia para relatar que a filha estava sendo espancada reiteradamente pelo namorado e temia que o caso tivesse um desfecho ainda pior.

A Polícia Civil montou um esquema para tirar a vítima da supervisão do agressor e entender o que estava acontecendo. Os relatos chocaram até mesmo os investigadores.

O caso veio à tona no dia 6 de janeiro, quando a mãe da vítima procurou a Delegacia de Proteção à Mulher e mostrou ao delegado Felipe Blos Orsi fotografias da filha com várias lesões pelo corpo. Ela contou que vítima não queria procurar a polícia, então decidiu agir por conta própria. 

Preocupada com o que viu nas imagens, a polícia foi atrás da vítima. Como era monitorada o dia todo pelo namorado, que estava no apartamento dela e não trabalha, foi preciso um esquema para levar a mulher à delegacia sem levantar suspeitas.

Durante a conversa com o delegado, a mulher negou as agressões, mas com base nas fotos a polícia decidiu abrir o inquérito. 

Durante o sábado (8), quando se despedia do pai que veio do Paraná para visitá-la, a vítima conseguiu tirar todos da sala e pediu ajuda. Segundo Orsi, foi aí que a mulher contou que o namorado estava ameaçando fugir com o filho dela e matar os demais familiares caso a situação chegasse ao conhecimento das autoridades.

— Ela abraçou o pai e pediu por ajuda. Disse que não aguentava mais, não sabia o que fazer, que o homem estava ameaçando a família inteira, inclusive a criança. Ele dizia que não adiantava procurar a polícia, que ele tinha contatos e era protegido. Então ela estava numa situação de pânico — relata Orsi.

A mãe voltou à delegacia na segunda-feira (10) e pediu intervenção mais uma vez. Mesmo sem a queixa formal da vítima, a Polícia Civil conseguiu uma ordem de prisão contra o homem de 26 anos e também um mandado de busca e apreensão na casa onde em tese ele mora junto com a mãe. 

Numa operação com o apoio da Divisão de Investigação Criminal (DIC), O agressor foi levado ao Presídio Regional de Blumenau na quarta-feira (12). Ele tem passagens anteriores pela polícia e até uma condenação por violência doméstica.

— O que essa mulher viveu foi situação de tortura intensa por vários dias, e o indivíduo conseguia isolar ela muitos dias depois que cometia as agressões. Ela não conseguia sair, pois ele estava controlando os passos dela — conta o delegado.

O inquérito deve ser finalizado nos próximos dias e o homem vai responder por por tentativa de feminicídio, tortura, cárcere privado, lesão corporal e violência psicológica.

Os relatos chocantes

Segundo o delegado Felipe Blos Orsi, o casal estava namorando há quatro meses e o agressor permanecia a maior parte do tempo no apartamento da vítima, onde mora também o filho dela de dois anos. 

A mulher contou que as agressões ocorreram em duas oportunidades. Em uma delas a tortura durou oito horas. Nesse período a vítima era espancada até desmaiar e depois o agressor jogava água no rosto dela para que acordasse e voltasse a ser agredida.

Isso ocorreu na frente da criança.

Além de socos, a mulher foi agredida também com um ventilador e com uma arma. Conforme a polícia, a vítima ainda tem sequelas no rosto por causa das agressões cometidas repentinamente sem qualquer motivo. O filho da vítima também chegou a ser alvo da fúria do homem, que o sufocava com um travesseiro e disse que fugiria do país com o garoto caso a mulher pedisse ajuda.

O papel da rede de apoio

O delegado é enfático ao ressaltar o papel da rede de apoio às vítimas de violência doméstica. Desde a famílias e pessoas próximas — ao identificar os sinais de violência seja ela física, emocional ou financeira —, até a polícia são fundamentais, com a oferta de amparo e segurança para que ocorra a denúncia e coleta de provas que levem o agressor à prisão.

— Provavelmente se a família não tivesse brigado para enfrentar essa situação, porque o indivíduo é muito perigoso, e nos procurado, pedido ajuda, alguém teria morrido nessa história, ou a mulher ou o menino — frisa.

Onde denunciar casos de violência doméstica em Blumenau 

Disque 100 e Disque 180: canais abertos pelo governo Federal para fazer denúncias de violência doméstica.

Polícia Militar: em caso de emergência, 190. A equipe da Rede Catarina pode tirar dúvidas através do (47) 3378 9047.

Polícia Civil: procure a DPCAMI na Rua Dr. Sapelt, 45, bairro Victor Konder, O telefone é: (47) 3329-8829.

Cras e Creas: locais com o objetivo de atender pessoas em situação de vulnerabilidade, que podem vir a sofrer ou sofreram algum tipo de violência física ou psicológica. Oferecem serviços para a prevenção de casos de agressões, além de cursos e acesso a benefícios sociais. Há sete Centros de Referências em Assistência Social (Cras) e dois Centros de Referência Especializada em Assistência Social (Creas) espalhados por Blumenau. Todos são administrados pela prefeitura.

Defensoria Pública: presta atendimento jurídico às vítimas de violência. Em Blumenau, a defensoria está na Rua Joinville, 860, no bairro Vila Nova. Telefone: (47) 3378-8436

Ministério Público Estadual:atende pessoas em situação de vulnerabilidade. Busque informações e endereços neste link.

Fonte: NSC

Mulher que mandou matar ex-companheiro de Blumenau segue foragida com filho do casal

Maria Eliza Moreira Marins, de 27 anos, suspeita de ser a mandante do homicídio do blumenauense João Phillip Gonçalves Nunes, de 23 anos, continua desaparecida. Segundo informações do delegado Thiago Nóbrega, responsável pelo caso, a mulher ainda está com a criança.

O caso não teve muitas atualizações desde então. “Nós qualificamos outros dois suspeitos envolvidos no caso. Agora, estamos aguardamos um posicionamento do Poder judiciário”, explica o Delegado.

Familiares buscam por justiça

Nas redes sociais, familiares e amigos continuam compartilhando o caso e pedindo por justiça. Em uma publicação, a mãe de João Philip, Katia Regina da Silva, chama Maria Eliza de “monstro” e pede para que as pessoas continuem falando e compartilhando sobre o caso.

“Por favor compartilhem para chegar o mais longe possível, para colocar Maria Eliza na cadeia e para que eu possa ter meu neto de volta”, escreve ela.

Em outra publicação de uma conhecida da vítima, Saionara da Silva Alves, é relatada a injustiça do acontecimento e a interrupção das investigações devido a recesso do final de 2021. “Porquê a vida de um jovem de 23 anos que só queria criar o filho com dignidade tem menos valor?”, comenta ela.

Relembre o caso

O blumenauense João Philip Gonçalves Nunes, de 23 anos, foi assassinado com pancadas na cabeça no dia 5 de dezembro de 2021, em Curitiba. O crime ocorreu em via pública, na região na Comunidade de São Vicente, próximo do local onde morava o filho da vítima.

João estava em Curitiba com uma ordem judicial para buscar o filho que tem com Maria Eliza. Porém, a polícia descobriu que a suspeita teria criado uma série de mentiras e armado uma emboscada para João, pois não admitia perder a guarda do filho.

Ela teria divulgado em uma região de invasão, conhecida como Vila Corbélia, informações falsas de que João Philip estaria estuprando a criança. Mesmo havendo laudos que comprovavam que isso não havia acontecido, a versão se espalhou entre traficantes que moram no local. A ex-mulher, portanto, segundo informações da Polícia Civil, falou para João que entregaria a criança na Vila Corbélia.

Ao chegar no local, o crime aconteceu. “A gente não tem dúvida que a ex armou essa emboscada, mas quem cometeu o homicídio, de fato, ainda não sabemos. Nestas comunidades a gente sabe que impera a lei do silêncio. Ele foi morto na favela e seu corpo levado até a região de mata”, explica o delegado Nóbrega.

Qualquer informação sobre o paradeiro de Maria Eliza pode ser repassado anonimamente ao telefone 0800-6431-121.

Fonte: O Município

PM encontra ecstasy, crack, cocaína e maconha em casa de Indaial; suspeito fugiu durante abordagem

Um homem de 21 anos confessou estar fumando maconha em sua residência, no bairro Estrada das Areias, em Indaial, após a Polícia Militar ir até o local para atender uma ocorrência de perturbação na última quinta-feira, 13.

Quando chegaram no local, os policiais sentiram forte odor de maconha, ao entrar em contato com o proprietário da casa, o homem confessou estar fumando maconha com um amigo. Em seguida, ele se evadiu do local, fugindo para um matagal.

Na residência, a PM encontrou 67 comprimidos de ecstasy, 14 gramas de crack, 56 gramas de cocaína, 483 gramas de maconha, 111 micropontos de LSD, duas balanças de precisão, três munições calibre 32 intacta, uma munição de calibre 38 intacta, um celular, uma faca e certa quantia em dinheiro.

Diante da situação, foi registrado um boletim de ocorrência por tráfico de drogas.

Fonte: O Município

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